O poder em mãos erradas

O poder em mãos erradas é como um caminho sem estradas.
Caminho sem estrada é andar sem reparar na reflexão
Andar na contramão, arriscando e arriscando-se
Verdadeiro espalhar de minas de munição

A arma mais potente sempre esteve latente como uma serpente que dorme
Dentro da boca ela é pior que louca desordem de Hiroshima  a matar
Quem pensa que ela é a língua, engana-se por baixo e por cima.
É o pensamento que manda por dentro impulsos a comandar

Daí a o coração se enche do que a boca fala
E a boca fala do que o coração está cheio
Dai, Você fica li.... no meio... sem saber o que fazer...
Atacar ou se defender?

O poder em mãos erradas é como uma espada mal guiada.
Uma lança mal arremessada no meio da multidão esparramada.
Caminho sem estrada, sem direção, sem noção, sem coração.
O poder em mãos erradas é uma chave para a destruição da visão do além-escuridão...  

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