Fim de show, apresentação encerrada! Aplausos recolhidos. Satisfação traduzida em forma de sorrisos e de “até mais”. Quando as cortinas se fecham, normalmente tudo se finda. Porém com ela, tudo foi ao contrário. O espetáculo estava para começar. Quando se deseja, tudo passa a ser possível. É a lei da atração. Tudo planejado, improvisadamente. A única certeza que tínhamos era de que queríamos ter mais uma loucura materializada. (risos) eu não sabia o que mais pulsava dentro dela. Se a sua deusa interior ou se “a sua dama de vermelho” (mais risos). O seu jeito de menina ora se confundia com um jeito de mulher, ora, com a vontade louca de me beijar na boca e me fazer feliz. Sim! Beijar na boca para mim e para ela seria uma forma de estar mais próximos um do outro porque quando nos beijamos, nós “ improvisamos mundos molhados e gametas guardados” . NÃO! Ali naquele palco, por detrás das cortinas, abraçados pelos bastidores ocultos, só poderíamos beijar na boca mesmo. (altas risadas). Acha...