Jequié - A cidade nas mãos do Poeta!

A  Cidade nas mãos de um poeta pode ser tudo ... ou nada!

Pode ser Entrada, saída ou  escadas para ascensão do sucesso

Suas ruas nuas e cruas se transformam em noites lindas de luas

Cemitérios em mistérios de seres que cantaram vidas suas

A cidade nas mãos de um poeta é como paraíso de portas abertas

Jequié é assim: cheia de morros, montanhas e minerais.

Terra de gente mais quente do que o sol em noites de rituais

É fogo. É paixão! É ar!

Ah, quem de sua água bebe, jamais se esquece da sede retornar pra matar

O rio que divide a cidade não tem fim nem idade

Às vezes, além de separação de terras, ele também amores enterra.

Rio que finge não saber de nada. Rio de seu faz de contas.

A cidade nas mãos do poeta Ruy Barbosa para ser prosa na Praça

Sem graça e sem raça ficam os que desafiam Jequié,

Ou saem correndo ou não ficam de pé

Fé é o que move os que se comovem na Bandeira da Praça ou em mercados de Grilo

Sigilo é aquilo  que se vende e se compra no quilo da confiança

Balança de esperança é o que move Jequié da Borda da Marta ao fundo da cada fundação-sapata!

No caso da Cidade Sol,

Quem vive nela basta abrir e ver seu futuro-bela à espera de seus amores-desbravadores

A recolorir seus amores de cores e sabores-espertas...

Ah, Jequié - A cidade nas mãos do Poeta!




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