Arma de poeta

Sério.  Não me exclua!   Você precisa ler até o final.  Pensei. Pensei. Cheguei a conclusão de que finalmente arrumei um jeito de te provar que eu não menti sobre o meu amor por você.  É simples.  Tenho uma arma.  Ela tem capacidade para seis tiros,  seis balas. Mas quando chegou a mim, só havia cinco.  Tá resolvido.  Abro o tambor.  Você gira.  Eu tampo.  E eu sou o responsável pelo apertar do gatilho.  Se atirar, eu morro e você sempre esteve  certa.  Se pisar; ou seja, se eu não morrer, eu estive certo por todos esses anos e você me perdoa.  A vida segue e seremos livres e felizes. 
Ainda bem que arma de poeta é PALAVRA .

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