As almas se conhecem melhor do que corpos
Muitas vezes se têm tantos perfumes Em outras se beijam tantas bocas Às vezes se perdem em muitos corpos Quem nem se sabe mais o gosto do cheiro do amor. Amam-se muitas falas Falam-se de tantos amores Mas, ainda sim, perdidos em abismos corporais sem fim Fins por fins conhecem seus “tis” Tantos corpos amados e abandonados Olhares cruzados em mapas sem rotas Caminhos sem portas, não se engane com mortos As almas se conhecem melhor do que corpos Corpos que prendem alma Corpos que se atraem é química apaixonada As almas não! Almas se gostam, se perfumam, se cheiram, se beijam, se amam