O que sinto não tem nome

Esconder-se atrás de monstros da própria criação
Um louco, insano, disfarçado de moço. Sociedade de máscaras.
Labirintos. O que sinto não tem nome. A dúvida me revela certezas.
Eu coisa, Eu outro, Eu eu.

Sorrisos esquecidos na gaveta da sala. Amores antigos pendurados no varal.
Corredores cheios de silêncios e vazios de tantas almas a vagar.
Um vai e vem frenético de pensamentos wireless conectados a outros pensar
O que sinto não tem nome, mas tem vida. Tudo deve ter nome

O que sinto vai além do nome. Vai além do poder descritivo das palavras.
Não é LIBERDADE. Não é PRISÃO. Talvez; SOLIDÃO PROFANA!
O ser no próprio ser se faz ora coisa, ora outro!

O que sinto não é pra ser lexical. É apenas para ser SENTIDO. Sinta!

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