O brincar da Seriedade e suas futilidades


Entre a brincadeira e o sério, a aprendizagem covarde
O abstrato vai se tornando, aos poucos, concreto decreto
O concreto vai se fazendo e se mostrando incerto
Mundos de possibilidades se construindo ao avançar da idade maldade

Quando criança, fases e diversão
Daí, a seriedade do mundo se apresenta como contra-mão de NÃOs
O dormir da infância é calmo e irmão,
Não se pensa em contas, horários, prazos e atrasos

O mundo que nos molda é o mesmo que nos cobra
Infância que se desdobra é adulto que não se solda
Partes de partes, fragmentos de roda em vitrines de moda
Barreiras naturais versus obstáculos de corda

Para que tanta seriedade, se no final tudo é vaidade?
Seria na brincadeira que se encontra a verdade?
De verdades e possibilidades, prefira sempre o que é da idade
Pois para ela passado e futuro são apenas futilidades.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ver para crer

Livro Quebra de Protocolo

O que Daniel Alves e Gisele Bündchen têm em comum? Bananas e Saltos!