Deixei de te dar moral!

Ei, eu não quero você cheia de não-me-toques!
Não achas que está mais do que na hora de falar sem ter que dar "choques"?
Tudo bem! Eu sei. O problema é seu e de mais ninguém!
Mas fico com essa vontade de jogar na sua cara limpa e lavada que o seu ser está "aquém".

Aquém ou além, eu acho que, no fundo, você não passa de um ser imundo com um pouco de sorte.
EU já tou farto de entrar no seu jogo e me fazer de tolo bobo da corte e correr para te ter.
Quem tem que vir atrás de mim é você!
Mude seu discurso ou mudo eu o meu curso para não mais me comprometer em me corromper. 

E o meu recado é claro, curto e grosso: "Cansei de tentar ser o bom moço"
Se não valho quase nada ou tenho um preço baixo, troque-me por moedas e me tire do seu bolso!
Creio que em outras mãos, terei outros valores, outras almas e coração.
Vão me juntar e destrocar, descobrindo o meu real valor, ainda que seja no fundo do poço.

Mude esse seu discurso embasado por palavras alheias e cheias de veias de sangue irreal e impuro.
Se ainda, um dia, eu te quiser, terás que me pagar cada centavo... e é claro, em Euro e seus  juros
Agora quem te evita sou Eu! Arrebente os portões, fuga de mim, saia no escuro por cima de muros.
-"Prazer, meu nome é ... DEIXEI DE TE DAR MORAL!"  




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