Vida à la Romeu e Julieta
Amo-te no silêncio de cada olhar
No silêncio de cada pensamento meu e teu
Amo-te em cada entrelinha de música de passado museu
Amo-te desde quando fui amor Romeu
Amar-te-ei até o dia em que viver em pensamento teu
Até quando recordar que teu selo em mim viveu
Até o momento em que lembrar que teu sangue por mim
escorreu
Meu amor é dependente do teu.... em pensamento de momento...
ateu
Fui arrumar uma gaveta e baguncei uma vida
Amo-te até o dia em que minha vinda for por ti sentida
Com ardor capaz de me tirar a lembrança da partida não
vivida por Julieta
Amo-te até o dia em que o ciclo for fechado ou sair de cena certa
Amar-te não é sinônimo de pena a mim doada
Ao contrário disso é ser uma vida vazia amaldiçoada por porção a mim forçada
A riqueza do amor é a alma dada a águas não profanadas
Bebida e santificada por amantes que nada sentem diante da dor amada

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