1 + 1 é igual a 2? Por Nilson Roberto Novaes
1 + 1 é igual a 2?
Parece obvia a resposta a esta pergunta, mas nem sempre tudo é o que está posto aos nossos olhos. Se assim o fosse, não haveria graça alguma em descobrir, experienciar coisas novas; adentrar a caverna de Platão, romper e desvendar imagens que vêm do mundo obscuro que parecem querer nos enganar com suas falsas representações e significados no mundo sensorial. À luz da ciência de Deus, ficamos ao mesmo tempo deslumbrados com aquilo que capturamos com nossos sentidos e acreditamos que compreendemos, e também loucos por não conseguir enxergar o que existe por detrás de uma montanha, apenas olhando com o olhar humano, com o olhar limitado, com o olho nu. O que dizer com relação ao que acreditamos ser verdade nas ciências humanas? E os elementos químicos que ainda faltam ser descobertos ou inventados? E os novos planetas com suas galáxias? Parecemos tão pequenos diante de Deus e tão insignificantes perante ao tempo que não nos damos conta de que, muitas vezes, andamos em círculos interpretando velhos olhares de forma diferente criando ciência, ridicularizando as verdades, tornando-as em meias verdades ou falsas verdades. Provavelmente se você vir escrito 1+1=3 você erguerá a sua voz embebecida pela ridicularização do saber e dirá: “alto lá! Isto está errado! Isso é um crime à Matemática!”. Então, pois, o que você diria da cor branca do quadro de fórmica que você nem percebe que pode ser azul, ou quem sabe vermelha, uma vez que, o branco esconde e engole todas as outras cores que juntas dão o tom branco aos seus olhos? O que você diria se descobrisse que existem doze vogais na Língua Portuguesa e não cinco? E se você descobrisse que são cinco símbolos gráficos, mas que eles escondem doze representações sonoras (ou mais, desde que sejam criados)? E se percebesse que a lagartixa que está no teto da sua sala, a princípio parada para você, está em movimento em relação ao sol? Aprendamos que existe algo entre o contexto e o referencial, mas que ainda não o conhecemos, porém até a sua descoberta; fiquemos com as infinitas possibilidades. Aliás, 1+1 pode ser sim igual a 3! Ou você não quer comprar em uma loja uma peça de roupa mais outra peça de roupa e levar três para casa em dia de promoção? Tire a trave de seu olho. Pense nisso!
Parece obvia a resposta a esta pergunta, mas nem sempre tudo é o que está posto aos nossos olhos. Se assim o fosse, não haveria graça alguma em descobrir, experienciar coisas novas; adentrar a caverna de Platão, romper e desvendar imagens que vêm do mundo obscuro que parecem querer nos enganar com suas falsas representações e significados no mundo sensorial. À luz da ciência de Deus, ficamos ao mesmo tempo deslumbrados com aquilo que capturamos com nossos sentidos e acreditamos que compreendemos, e também loucos por não conseguir enxergar o que existe por detrás de uma montanha, apenas olhando com o olhar humano, com o olhar limitado, com o olho nu. O que dizer com relação ao que acreditamos ser verdade nas ciências humanas? E os elementos químicos que ainda faltam ser descobertos ou inventados? E os novos planetas com suas galáxias? Parecemos tão pequenos diante de Deus e tão insignificantes perante ao tempo que não nos damos conta de que, muitas vezes, andamos em círculos interpretando velhos olhares de forma diferente criando ciência, ridicularizando as verdades, tornando-as em meias verdades ou falsas verdades. Provavelmente se você vir escrito 1+1=3 você erguerá a sua voz embebecida pela ridicularização do saber e dirá: “alto lá! Isto está errado! Isso é um crime à Matemática!”. Então, pois, o que você diria da cor branca do quadro de fórmica que você nem percebe que pode ser azul, ou quem sabe vermelha, uma vez que, o branco esconde e engole todas as outras cores que juntas dão o tom branco aos seus olhos? O que você diria se descobrisse que existem doze vogais na Língua Portuguesa e não cinco? E se você descobrisse que são cinco símbolos gráficos, mas que eles escondem doze representações sonoras (ou mais, desde que sejam criados)? E se percebesse que a lagartixa que está no teto da sua sala, a princípio parada para você, está em movimento em relação ao sol? Aprendamos que existe algo entre o contexto e o referencial, mas que ainda não o conhecemos, porém até a sua descoberta; fiquemos com as infinitas possibilidades. Aliás, 1+1 pode ser sim igual a 3! Ou você não quer comprar em uma loja uma peça de roupa mais outra peça de roupa e levar três para casa em dia de promoção? Tire a trave de seu olho. Pense nisso!
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