O poeta pergunta a si mesmo.
Hoje um pensamento me salta e me assalta: como pode se sentir falta de alguém que vive vivo dento de nós?
Se uma memória morre, morre o seu possuidor.
Eterno somos, pois sempre há de sermos memória da memória de alguém-história.
Na vida podemos até deixar de ser, mas morrer-memória jamais.
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