E os versos e as frases
E os versos e as frases se enchem de laços e embaraço
Sempre que se passa, de graça e sem querer, por onde ela se disfarça
As rimas se derretem em copos e goles de praças
Ruy Barbosa, Bandeira.
À beira da estação do metrô de Salvador da Bahia
Noite ou dia sempre a brindar
Daí ou de lá, tudo que se vê é o sol chegar para se deitar no vasto mar de poetas
Portas abertas e chamadas discretas se completam por desfiação.
Ah coração sem noção que bate de porta-em-porta
As praças são tortas e o brilho é escuridão
De mão-em-mão meu NÃO chega de Sedex por correio
Disfarçado de sorte-arquitetura perdido em ciclo sem meio
E os versos e as frases se enchem de laços e embaraço
Sempre que se passa, de graça e sem querer, por onde ela se disfarça.
Desfaça os nós amarrados e cheios de graça
Praças ou são palcos ou são assaltos de desgraças
Sempre que se passa, de graça e sem querer, por onde ela se disfarça
As rimas se derretem em copos e goles de praças
Ruy Barbosa, Bandeira.
À beira da estação do metrô de Salvador da Bahia
Noite ou dia sempre a brindar
Daí ou de lá, tudo que se vê é o sol chegar para se deitar no vasto mar de poetas
Portas abertas e chamadas discretas se completam por desfiação.
Ah coração sem noção que bate de porta-em-porta
As praças são tortas e o brilho é escuridão
De mão-em-mão meu NÃO chega de Sedex por correio
Disfarçado de sorte-arquitetura perdido em ciclo sem meio
E os versos e as frases se enchem de laços e embaraço
Sempre que se passa, de graça e sem querer, por onde ela se disfarça.
Desfaça os nós amarrados e cheios de graça
Praças ou são palcos ou são assaltos de desgraças
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