Não me dê brechas!
Não me dê brechas.
Não deixe a porta aberta e nem me mostre a seta dizendo para que lado vai virar
Não me desbloqueia porque sabe que é grande a teia de vontade e de tentação
Não! Eu não sou o teu irmão. Eu sou caminho sem direção. Não tenho mais fome, terra ou chão.
Não foi culpa minha e você, no fundo sabe. Não foi culpa do meu coração.
Não devolva parte do meu ser que está ai com você. Pode crer que não vou nem perceber que sangro
Não, eu não ando mais falando de ti. Ri, para mim, é falar e ouvir de você em silêncio
Não penso em te ver morrer sem mim, sem me pedir perdão pelo teu ato de emoção sem noção
Não é que eu não queira. É que quero que a tua alma seja inteira na eternidade
Não faça essa maldade de partir sem me perdoar e sem me abraçar pela última-eterna-idade-saudade
Não me faça descer ao inferno para que seja eterno esse ato de libertação sem comiseração
Não quero mais te atrapalhar, mas por favor, não me deixe entrar: Não me dê brechas.
Não me atire mais flechas em fotos torpes e nem me peça para não me despedir pela última vez,
Não, dê-me brechas.
Não deixe a porta aberta e nem me mostre a seta dizendo para que lado vai virar
Não me desbloqueia porque sabe que é grande a teia de vontade e de tentação
Não! Eu não sou o teu irmão. Eu sou caminho sem direção. Não tenho mais fome, terra ou chão.
Não foi culpa minha e você, no fundo sabe. Não foi culpa do meu coração.
Não devolva parte do meu ser que está ai com você. Pode crer que não vou nem perceber que sangro
Não, eu não ando mais falando de ti. Ri, para mim, é falar e ouvir de você em silêncio
Não penso em te ver morrer sem mim, sem me pedir perdão pelo teu ato de emoção sem noção
Não é que eu não queira. É que quero que a tua alma seja inteira na eternidade
Não faça essa maldade de partir sem me perdoar e sem me abraçar pela última-eterna-idade-saudade
Não me faça descer ao inferno para que seja eterno esse ato de libertação sem comiseração
Não quero mais te atrapalhar, mas por favor, não me deixe entrar: Não me dê brechas.
Não me atire mais flechas em fotos torpes e nem me peça para não me despedir pela última vez,
Não, dê-me brechas.
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