ÁRVORE DO CONHECIMENTO

Quem ousaria dizer que tu és fruto de destruição?
Eu preferiria ter comido do fruto da eternidade
Mas, teria eu o gosto doce de ser Razão?
Creio que não!

Meus pés são como as tuas raízes fincadas ao chão firme
Meus olhos livros, pensamentos, sentimentos e paixões adentro
Meu ar de rebento menino é traquino e forte como teu tronco
Que culpa tenho eu se dúvidas me levam a ti de encontro?

A tua seiva é o sangue que por mim se apaixonou
O prazer que em mim entrou não trouxe só pecado e dor 
Mas também a oportunidade de saber o que é o amor
Sou Ciência me eternizando em um ser Senhor, a força maior

Se humano, se grande ou se pequeno serei veneno e depois pó
As tuas sementes vão vingando em mim aquilo que ainda não posso
Podem até saborear de mim que também sou folhas sem nó
Mas voltarei como semente ardente e frutífera ainda melhor 









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