Corpo Emprestado
Empresta-me a mim o teu corpo.
Só um pouco!
Quero fazer dele linhas de poesias como um louco
Sentirás cravados em ti versos vivos e soltos
Caso me empreste, não se importe de tirar toda sorte
de peste nele rabiscado
Permita-me a mim deixar isso tudo de lado e desenhar
novos significados
Depois de experimentar o meu traçado, terás outas
formas e lados
Como um jogo de dado sempre estarei nesse jogo
enganado
Não sei em quantos corpos eu já habitei
Empresta- me a mim que já apaguei teu passado
Corpo emprestado como ato ousado de viver
Libere o poder de ser nele armazenado
Para que serve Corpo Lacrado e Corpo Fechado?
Imprime teus pensamentos em maços de pado
Não quero nada dado... só emprestado
Não preso nem acorrentado.
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