Indireta Reta
Não! Eu não quero saber o teu endereço.
Não quero ter que ficar sem começo ou apreço.
Isso mesmo. Você está certa. É, estou aqui na Bahia. Noite ou dia, não quero ter que depender da tua ousadia-rebeldia.
Se já não fala mais por causa de um desabafo-voraz, então; melhor ficar aqui por detrás das tuas orlas de carnavais.
Isso. Não quero saber de teu endereço, se já devolveu o preço, se já tem/teve novo (re)começo com os amores sem berço, sem terço ... apenas sentimentos de gesso.
Fique aí com o teu egoísmo e sentimentos aversos. Melhor do que concentrar -se em novo começo é voltar-se para o fim, para o final.
Amor de carnaval é como Rio de Pontal: vê-se apenas como um ritual.... como uma passagem... um presságio.
O sentimento é o mesmo. Sim. Na verdade, os sentimentos. Porém, o que não dá para aceitar é o fato de que todos devem se retratar.
Ofendida? Imagina eu que quase fico ao breu de uma ausência-Romeu.
Você sempre me roubou a vida, deixando-me como flor seca e despida do Verde brotar que alimenta o começo.
Não. Não quero saber o teu endereço.
Tou aqui no mesmo canto e, como Ssanto, à espera de redenção.
Saia da contramão. Expresse-Se e deixe expressar. Coloque emoção e perdão dentro dessa tua caixa preta chamada de coração-ingratidão.
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