Vejo, logo sinto.
O Centro é palco.
A Avenida é o salto.
Não qualquer avenida, mas a Rio Branco.
Nem adianta disfarçar. Sei que tava lá.
Em tarde a se refrescar no Dom.
O bom sabe o que é?
(Risos) saber que está do mesmo jeito. Aliás, ainda mais Mulher. Não a de fases, mas a de cartazes exposta pelas costas do meu olhar.
Saudades do beijo gostoso.
Intocada no dorso profundo
Do bojo a se mostrar.
De tantas idas e fugas, o que me resta é a paixão que madruga na estranha chuva do pensar. Imaginar pra que?
Sei que ele não suga o doce rastro.
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